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Cecília Zanotti, Admistradora de empresa e mentora do Projeto Bagagem.

Valeu a pena?

Quanto vale observar as estrelas cadentes no Parque Nacional das Emas, deitada no chão, sem mais nada em que se preocupar? Quanto vale aprender a se aproximar de animais, entender o vento, ter paciência e encontrar plantas carnívoras no Pantanal? Quanto vale conviver com um Brasil natural, autêntico, lindo, acompanhada de biólogos e educadores dos 14 aos 17 anos, no Vale do Ribeira e na Juréia? Se valeu a pena? Demais. Foi uma fase importante da minha vida, viajar com a Ipa Ti-uá na adolescência. Influenciou na minha escolha profissional, na pessoa que me tornei, na necessidade de estar perto da natureza. Por tudo isso sou grata à equipe que me guiou, cuidou e inspirou, inclusive na criação do Projeto Bagagem.
Um graaande abraço!

Alexei Angelo Caio
36 anos , ultramaratonista, montanhista, prof de aikido, eng. civil, consultor.

Participante de 5 expedições Ipa Ti-uá na década de 90 (GO-PNE, SP-Mogi-Bertioga, SP-PETAR(2x), SP-Cardoso). Desde os 4 anos de idade tenho diabetes. Com grande auxilio de meus pais pude encontrar educação em saúde que me permitiu ousar e ter autonomia desde cedo. Com essa autonomia adquirida e das informações na Associação de Diabetes-Brasil, pude também escolher ter experiências fora do modelo urbano de vida! E no instante certo de saúde e de informação conheci a Ipa Ti-uá. Assim, teve início a essa ousada experiência de conhecer um novo modelo de ambiente ao ar livre! Com pessoas conhecidas nas expedições pude compartilhar não somente a experiência que a Ipa Ti-uá trouxe, mas também hoje promover educação em saúde. Muito agradecido por estarem juntos em mais essa ousada expedição !!
Parabéns.

Mauricio Simonetti, fotógrafo profissional.

Tem coisas que um fotógrafo de natureza precisa saber.
Uma delas: chegar perto de um tamanduá é difícil pra burro. Por isso, se você quiser se aproximar de um tamanduá... esqueça. É melhor deixar que ele se aproxime de você.
Esta eu aprendi com Marcelo lá em Emas. É fácil.
Tamanduá é quase cego. Tem nariz grande não é por acaso. E quase sempre ele anda em linha reta buscando alimento. Então pra ele chegar bem pertinho de você basta se posicionar na direção em que ele vem andando, se colocando de modo a evitar que o vento leve seu cheiro até aquele narigão. Permaneça quietinho sem se mover e o bicho chega até você. Dá até medo de tão próximo que ele fica. Pronto. Simples assim.
Valeu, Marcelo, por essa dica !

Elias Sadalla Filho, Médico e presidente de ONG ambiental,
Incentivador!

Tudo começou com um anúncio para conhecer o Parque Nacional das Emas em 1990: A experiência foi tão profunda que se enraizou e partimos para o Pantanal, Juréia, Chapada dos Guimarães e vários outros lugares incríveis no Brasil! Foi contagiante, atraindo mais colegas, irmãos e namoradas. Mostrou-me a face intrigante do ecoturismo como um ideal de férias sempre tão aguardadas. Foi uma fase importante da minha vida, viajar com a Ipa Ti-uá. Influenciou na minha decisão de junto a outros colegas fundar a KASA, uma ONG ambiental voltada para a conservação de espécies animais ameaçadas.
Um forte abraço!

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